segunda-feira, 26 de maio de 2008

Parabéns Dourado pelos seus 111 anos.


No dia 19 de maio, dourado comemorou 111 anos.
Banda Marcial de Dourado representada pelos jovens da cidade.




Banda Marcial Municipal de Dourado.

História.
A Banda Marcial Municipal de Dourado é regida pelo maestro Ronaldo Nunes e é formada por 40 jovens estudantes. Trata-se de uma iniciativa resgatada pelo prefeito Dr. Edmur Pereira Buzzá que deu certo. “Além de ser uma atividade saudável para a juventude, promover a cultura e lazer, a Banda representa a volta do orgulho douradense para a nossa cidade, resgatando a auto-estima ao mesmo tempo em que divulga positivamente a cidade em outras regiões do Estado”, ressaltou o prefeito.



Pesquisa e fotos: Site Prefeitura Municipal de Dourado.
(16/08/2009)



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EMEI Maria do Carmo


Nossos alunos e professores, homenagem à Educação.


Desfile em Dourado, SP - 2008



Banda Marcial



Desfile Cívico, Dourado - 2008




Desfile Cívico.

Desfile ou Parada é um evento comemorativo exibido geralmente em ruas abertas.
Pode ser o aniversário da independência de alguma nação, ou um marco importante na história de determinado local.
Em Dourado, interior do estado de São Paulo, os desfiles do dia de aniversário da cidade que acontecem em 19 de maio, destacam-se bela beleza das apresentações das escolas, bandas marciais, cavaleiros que desfilando às principais ruas, são acompanhados pelos olhares de visitantes e cidadãos douradenses onde cada ano prestigiam um desfile cada vez mais criativo e original.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Banda Marcial de Porto Ferreira.

Cavaleiros de Dourado.



Apresentação dos Cavaleiros - Início dos nossos colonizadores.


Cavaleiros.

Um cavaleiro é, na acepção mais básica da palavra, uma pessoa que monta a cavalo, mas o termo encerra uma grande variedade de sentidos, já que o ato de montar a cavalo teve, historicamente, significados muito diferentes.
Em cidades do interior paulista os cavaleiros foram os desbravadores de fronteiras onde em épocas distantes o cavalo era o principal meio de transporte na conquista de novas terras. Os cavaleiros, na fase do Brasil colonial, eram mais conhecidos por Bandeirantes.

Denominam-se bandeirantes os sertanistas do Brasil Colonial, que, a partir do início do século XVI, penetraram nos sertões brasileiros em busca de riquezas minerais, sobretudo a prata, abundante na América espanhola, indígenas para escravização ou extermínio de quilombos.

A maioria dos bandeirantes eram descendentes de primeira e segunda geração de portugueses em São Paulo, sendo os capitães das bandeiras de origens européias variadas, havendo não só descendentes de portugueses, mas também de galegos, castelhanos e cristão-novos, além de alguns casos de parentescos genoveses, bascos, sarracenos, napolitanos e toscanos, entre outros. Compunham minoritáriamente as tropas segmentos de índios (escravos e aliados) e caboclos (mestiços de índio com branco) normalmente chegando a no máximo vinte por cento do contingente total., e executando as tarefas secundárias da tropa, tal qual a manutenção dos mantimentos e cuidados dos animais de abate.
Alguns Bandeirantes conhecidos: Antonio Raposo Tavares; Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera; Manoel da Borba Gato; Fernão Dias Paes leme; Domingos Jorge Velho; Fernando de Camargo, o Jaguarete.

História.

Para os gregos e romanos, ser cavaleiro implicava prestígio social e económico.

Na Grécia Antiga, hippeis, literalmente "cavalaria", constituía a segunda mais alta dentre as quatro classes sociais de Atenas e era constituída pelos homens que podiam comprar e manter um cavalo de guerra, a serviço da pólis. A hippeis é comparável aos equestres romanos e aos cavaleiros medievais.
A cavalaria romana era um corpo do exército romano, composta pelos equites, recrutados desde os tempos de Rômulo entre os cidadãos romanos. Posteriormente foram incluídos os socii latinos e, finalmente, também os provinciais (auxiliares).
Entre as tribos nômades da Ásia Central, o cavalo não foi apenas o meio de transporte que permitiu o deslocamento desses povos desde as planícies da Mongólia até às fronteiras da Europa central - como no caso dos Hunos e dos exércitos de Gengis Khan. O animal também figurava em rituais mágicos religiosos e, no limite, podia servir como alimento. Por ocasião da morte do cavaleiro, seu cavalo chegava mesmo a ser enterrado com ele, o que era usual entre algumas tribos hititas.
Na Idade Média, a cavalaria era uma instituição, dotada de um código de conduta e de honra próprio que regulava não somente a arte da guerra, mas também a conduta social. Na guerra, o uso do cavalo para tracção dos carros de ataque foi abandonado, e o animal passou a ser usado apenas como montaria. Dada a necessidade de protecção do cavaleiro, foi inventada a armadura, que evoluiu nos seus vários estilos, dando origem à cavalaria pesada, uma das mais poderosas armas das guerras medievais.

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