terça-feira, 15 de março de 2011

CAUSO DE UM DOURADENSE NA REVOLUÇÃO DE 1932.



          ANTONIO BUENO, conhecido por NITO, nascido em Rio Claro, mas, douradense de coração, que na época era ferroviário da Cia. Estrada de Ferro do Dourado, foi como voluntário , participar da revolução constitucionalista de 32, por São Paulo, integrando o Batalhão Raposo Tavares, partindo de Campinas até a divisa com o estado de Minas Gerais. Contava ele que em certa ocasião, o batalhão estava acampado, já em território mineiro, sendo que ele estava escalado como sentinela, posicionando-se estrategicamente sobre um alto barranco, de onde se avistava, abaixo, uma pequena estrada de terra batida. Dizia ele, que estava com medo, pois haviam boatos estarrecedores, tais como : os mineiros seriam traiçoeiros e viriam se arrastando pelo chão, trazendo "peixeiras"na boca e que atacariam os sentinelas pelas costas, degolando-os, etc.. Era uma noite fria e ventava muito, haviam aproximadamente 2.000 homens acampados no local, sob o comando de um coronel conhecido por Leão. Nito Bueno estava armado com um pesado fuzil, que trazia no ponta do cano uma baioneta. Já em alta madrugada Nito observou um vulto que se aproximava, na curva da estrada e gritou: quem vem lá? Ninguém respondeu e o vulto vinha se aproximando... Quem vem lá ? gritou novamente... silêncio...Após gritar pela terceira vez e não haver resposta e continuar se aproximando, Nito disparou um tiro em direção ao referido vulto. Imaginem a confusão que se formou, corriam todos, como formigas para todo lado. Logo depois, uma patrulha foi até o local, onde constataram que Nito havia atingido....uma égua. No dia seguinte, bem cedo, apareceu no acampamento um pobre caboclo, chorando, dizendo que haviam matado sua égua. Bom, para encurtar a estória ( na realidade a história, pois o caso foi verdadeiro), o Coronel Leão deu ao caboclo um dos cavalos de raça que compunham o batalhão e o coitado do Nito, foi ajudar o cozinheiro durante uma semana, descascando cebolas, batatas, etc...
Milton A. Bueno (Nenê)





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Uma teia de vaga lumes. (Kate Agnelli)


Façamos uma teia de vaga- lumes, sim vaga-lumes-idéias, luzes emergentes da floresta brasileira, de um país também emergente, que começa a incomodar.
Luzes que só o povo que vive no mato conhece bem.
Luzes que tecem a rede dos sonhos... Coisa nossa.
Quem já os viu numa noite escura sabe o poder de encantamento que eles possuem.

Então podemos nos tornar magos em nosso país e que essa magia contagie a todos aqueles que sentem e que pensam.
Pequenas idéias brilhantes para trazer o brilho das estrelas para o nosso chão...
Na escuridão da desesperança, algumas coisas simples e pequenas como os vagalumes-idéias podem ser feitas. Formar uma teia de e-mails e enviar todos os dias aos nossos dirigentes reivindicando as promessas feitas, já é um começo!

Atirar a teia em cima deles, quem sabe o brilho dos pequeninos nódulos- idéias possam iluminá-los, agarrá-los, incomodá-los, enfeitiçá-los para que tenham a noção que a vida pode ter outros paradigmas...

Cada pessoa possuidora de um computador é um vaga-lume em potencial, uma luzinha a mais para concluir a mágica da mudança.

Somos uma gente que tem suas raízes na floresta encantada que o mundo dos ricos tanto deseja, mas ela é nossa! Basta querer mudar. Acreditar.

Um brilhando aqui, outro lá, vamos acendendo e tecendo uma fina teia de encantamento. Nós somos os magos internautas transformadores de chumbo em ouro...

Pequenas luzes vindas do coração interiorano.

Mas felizmente há muita gente boa trabalhando, os vaga-lumes da terra que continuam tecendo a teia de luz de boas idéias, de conhecimento. Está em nossas mãos, ou melhor, nos nossos dedos, o poder da magia...

Se cada um olhar para seu bairro, para sua cidade, certamente encontrará alguma coisa que se pode mudar para uma melhor qualidade de vida.

Precisamos urgentemente sermos “nós”, não mais apenas “eu”.
Compartilhar, esquecer velhos paradigmas, rótulos e títulos.

Precisamos ter a consciência e a coragem de brilhar, de sermos estrelas, de iluminar nosso chão, nossa terra-mãe de onde brota a nossa vida. “O que está acima, está embaixo”...

Vaga-lumes dos sertões...
Brasil, que é muito mais interior que orla marítima.

Nossa teia feita do mais fino nhanduty de vagalumes-mentes, faremos dessa magia o esteio, que há muito já sustenta nossa “Terra Brasilis”...


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