quinta-feira, 12 de junho de 2008

Festa Junina - Dourado

Dia 24 do mês de Junho, Dourado, interior do Estado de São Paulo, comemora tradicionalmente a Festa à São João Batista. O mastro é levantado nesta data após uma missa realizada na casa de um dos fiéis acompanhado por uma procissão, com os andores dos santos, até a Igreja Matriz da cidade. Neste mês até o último domingo de Julho, Dourado está em festa: pipocas, quentão, vinho quente, músicas na praça, fogueiras, fogos, tudo o que uma tradicional festa junina pode oferecer aos seus cidadãos e visitantes para alegrar as noites do inverno douradense.

Foto aérea de Dourado (fonte: blogdoronco.blogspot.com)



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Saída com os andores.


Saída com os andores de todos os Santos para iniciar a procissão.



Andor (do sânscrito hindola, "liteira", pelo malaiala, andola), por vezes referido como charola, é uma estrutura, em geral de madeira ou outro material leve e resistente, em forma de padiola portátil e ornamentada, em que nos cortejos religiosos se transportam ao ombro as imagens e ícones. Os andores são em especial usados nas procissões católicas, nas quais assumem um lugar central. Podem ser estruturas simples e de pequena dimensão, em geral destinadas a serem transportadas sobre os ombros de quatro pessoas, ou ser grandes estruturas, muito elaboradas e complexas, como os pasos das procissões espanholas da Semana Santa, transportadas por equipas de mais de uma dezena de pessoas.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


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Início da Procissão pelas ruas da cidade.


Todos os fiéis preparados para acompanhar a procissão.


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Padre José Antonio

Padre José Antonio à frente com seus ministros liderando a procissão.



Foto: Padre José Antonio.
Fonte site: www.semeandovidas.com.br



O Padre José Antonio é o 29º padre da Paróquia de São João Batista da cidade de Dourado, estado de São Paulo. Em 1988 assumiu a frente da comunidade católica douradense onde tem realizado até hoje um belíssimo trabalho. Uma das iniciativas que mais se destacam é o Centro Juvenil São Domingos Sávio, uma instituição filantrópica idealizada pelo Padre José Antonio para atender as crianças e famílias de baixa renda na cidade de Dourado.
As novenas realizadas no Centro Juvenil São Domingos Sávio tem atraído centenas de fiéis, onde podem ser acompanhadas todas as quartas-feiras, às 14 horas também pela Rádio SDS 93,3 FM e pelos sites www.semeandovidas.com.br e www.radiosds.com.br.
Mais informações:
Fone: (16)3345-1233




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Procissão

A procissão segue com seus fiéis pelas principais ruas de Dourado.



Procissão (provém de procedere, "para ir adiante", "avançar", "caminhar") é um corpo organizado de pessoas caminhando de uma maneira formal ou cerimonial. Muitas vezes acontece sob a forma de um cortejo religioso realizado em marcha solene normalmente pelas ruas de uma cidade, carregando imagens e entoando orações ou cânticos. Este ritual segundo a crença, tornaria as pessoas e os locais, abençoados. Dessa última forma é praticado em várias religiões cristãs, tais como o catolicismo, a ortodoxia, e algumas igrejas reformadas.

No catolicismo, normalmente acontecem em devoção a um santo (ou santos) ou à Santíssima Trindade, onde se faz transportar as imagens de Jesus Cristo, de Virgem Maria ou de santos pelas ruas da localidade em festa.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


 

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Chegada com os andores de todos os Santos.


Chegada da procissão em frente a Igreja Matriz com os andores de todos os Santos.

Padroeiro da Cidade: São João Batista

O Santo Padroeiro da cidade, São João Batista, em frente a Igreja Matriz, após a procissão.

 

Padroeiro.



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Segundo o costume católico, Patrono, orago ou padroeiro é um santo ou anjo a quem é dedicada uma localidade, povoado ou templo (capela, igreja etc). A palavra orago é derivada de oráculo.
Na legislação que estabelece a simbologia associada às freguesias portuguesas, surgem frequentemente menções aos oragos dessas freguesias. Este fato tem dois significados: por um lado, tem o significado religioso de estender a "proteção" do santo para lá do templo, a toda a freguesia; por outro lado é um arcaísmo que reflete nos dias atuais as origens antigas das freguesias.
Com efeito, embora hoje uma freguesia seja uma instituição de carácter político e administrativo, exclusivamente subordinada aos poderes civis, a sua origem é a paróquia católica, que constituiu em tempos a malha mais fina de administração em Portugal.

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São João Batista


O andor de São João Batista, após a procissão, fica em frente a Igreja Matriz de Dourado até o término da festa no último domingo de julho.

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Banda 19 de Maio

A Banda 19 de Maio acompanha a Procissão e depois no coreto da praça, durante todo o mês de comemoração à São João Batista, toca marchinhas em frente a Igreja Matriz de Dourado, principalmente nos finais de semana.


Foto Recordação:

Isto é uma verdadeira "FURIOSA": José D'Angelo(Zeca); Jurandir Sylvestre Pereira(Dicão); Enéas Gonçalves(Tanaka); Ederval João Gonçalves(Darjão); Afranio José Donato(Pereréco) e Antonio Carlos R.de Souza(Toninho Coro). Eterno obrigado pela animação em todos os eventos na nossa querida "Dourado".



Compartilhado com Déo em out/2013.



A Banda 19 de Maio, foi criada por Tanaka e seus amigos em 1962. Sete anos mais tarde, já em turma acrescentou à fanfarra da cidade novos instrumentos que a elevaram ao status de banda marcial. E logo de início, a surpresa.
Fomos participar de um concurso , também estavam bandas famosas que davam um show de apresentação”, diz.
Tanaka e Dr. Edmur chegam a relembrar o nome delas, depois de tanto tempo, tamanho era a importância deste evento — as bandas Cristo Rei, de Marília, e Liceu Noroeste, de Bauru. “Conseguimos ficar em segundo lugar no concurso”, ainda comemora Tanaka, acrescentando que o feito repercutiu em toda a cidade. “Foi uma surpresa geral que levou o nome de Dourado para vários outros municípios. Após essa conquista, muitos convites apareceram para tocar em eventos comemorativos, como aniversário e desfiles cívicos”, acrescenta Dr. Edmur.
Tanaka ficou à frente da Furiosa por 35 anos , quando decidiu parar com as atividades, no início dos anos 80. No desfile comemorativo aos 112 anos de Dourado, realizado em maio passado, Tanaka foi um dos que conduziram o estandarte da fanfarra da Escola Salles Júnior. Ao ver a passagem dos douradenses ilustres, o prefeito Dr. Edmur, que estava na tribuna, desceu as escadas do Paço Municipal e foi cumprimentar os amigos Tanaka, Afrânio José Donato e Newton Bueno, conhecido na cidade como Nenê Cartório.
Daquela época, Tanaka recorda-se de vários outros companheiros ainda festa de São João Batista, Tanaka não resistiu — conseguiu reunir alguns músicos e fez uma apresentação especial com a Banda 19 de Maio. “Convidei uns amigos de Bocaina (6 músicos), Ribeirão Bonito (3 músicos) e São Carlos (1 músico), além dos 7 músicos de Dourado”, diz. A apresentação, ocorrida no coreto da Praça da Matriz, teve um significado muito importante, especialmente para as pessoas que marcaram a história da cidade.
A História do amigo Tanaka:
Enéas Gonçalves, hoje com 70 anos de idade, se interessou pela música ainda pequeno. “Quando eu tinha uns 10 anos, eu adorava ver o maestro Celso Poli tocar pistão”, recorda-se.

Os olhos do menino brilhavam e o maestro logo percebeu seu interesse. Enéas passou a estudar música. À época, trabalhava em uma empresa de armarinhos, de propriedade dos dourandenses Rodnei Fantini e Azor Donato. “Cerca de 90% dos clientes ou eram japoneses ou descendentes”, lembra. Dessa relação, Enéas recebeu uma homenagem carinhosa que trás consigo até hoje — seu nome original dera lugar para o apelido Tanaka.
Tanaka estudou música por três meses e meio, até se sentir preparado para começar a tocar um instrumento. Qual? “Pistão, claro. Era o instrumento que eu mais gostava”, brinca ele. A partir daí a música passou a ocupar um espaço importante em sua vida. Ele lembra que na década de 60, fazer parte de uma fanfarra era o “charme” na cidade.
Chegou a tocar em 46 carnavais — 30 dos quais no Dourado Clube. Com o dinheiro extra que ganhava nessas apresentações, Tanaka lembra que conseguiu comprar sua casa. Mas existiam outros ganhos. “Havia muita amizade entre os músicos. Tocávamos por paixão e éramos como uma família”, conta. Família que, sempre nas férias do fim de ano, partia em viagem a Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo.
Lá, a tradição criada depois de tantos passeios, utilizava a música como anúncio de chegada. “Sempre chegávamos tocando música, avisando — e acordando — a todos. E isso acontecia sempre por volta das 4h30 da madrugada”, diverte-se. Os vizinhos não ficavam nervosos em ter o sono interrompido. Ao contrário. Eles logo acordavam e iam festejar a chegada dos douradenses. “Era uma festa”, lembra Tanaka.
Foto da Esquerda à Direita: Tanaka, Afrânio, Prof. Fábio e Dr. Edmur Buzzá.

Fonte de Pesquisa e fotos:
Site Prefeitura Municipal de Dourado (28/08/2009).
Em comemoração aos 112 anos de Dourado.

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