quarta-feira, 24 de março de 2010

Talento Douradense


Todas as pessoas possuem um talento, cada qual traz em suas características uma qualidade em sí. Talento pode significar uma vocação ou um dom (uma habilidade) para alguma atividade (habilidade artística, por exemplo); assim, afirma-se que tal pessoa tem talento para a música, ou talento culinário, ou talento para lidar com crianças, por exemplo.(http://pt.wikiquote.org/wiki/Talento)
Luciano Castelucci, natural de Dourado, possui o talento para o Desenho Artístico. Faz desenhos de retratos de pessoas, paisagens e desenhos para móveis. Além de trabalhar em sua videolocadora faz de seu trabalho com desenhos uma atividade de verdadeiro amor e dedicação. Contato: e-mail (videoparadiso1@hotmail.com)





O desenho é um suporte artístico ligado à produção de obras bidimensionais, diferindo, porém, da pintura e da gravura. Neste sentido, o desenho é encarado tanto como processo quanto como resultado artístico. No primeiro caso, refere-se ao processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, caneta ou pincel) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida), portanto, também pode ser chamada de desenho. Desta forma, um desenho manifesta-se essencialmente como uma composição bidimensional formada por linhas, pontos e formas.




A representação do homem vitruviano, como imaginado por Leonardo da Vinci, é um dos desenhos mais conhecidos do mundo
O desenho envolve uma atitude do desenhista (o que poderia ser chamado de desígnio) em relação à realidade: o desenhista pode desejar imitar a sua realidade sensível, transformá-la ou criar uma nova realidade com as características próprias da bidimensionalidade ou, como no caso do desenho de perspectiva, a tridimensionalidade.


Fonte de Pesquisa:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho


Desenhos de Luciano Castelucci.









































Obrigado Luciano por nos prestigiar com seu talento.



sexta-feira, 19 de março de 2010

Filatelista douradense



João Paulo Rosalin é um jovem estudante do Ensino Médio em Dourado e vem acompanhando com freqüência as publicações do blog. Como iniciou sua coleção de selos este ano teve a iniciativa de divulgá-los pela internet e dessa forma ampliar seus conhecimentos sobre esta arte além de trocar experiências suas com as pessoas que queiram desenvolver este hobby. Sua outra iniciativa é publicar um blog onde pretende especificar mais sobre esse assunto e trocar idéias com outros internautas.
Já possui 279 selos em sua coleção sendo 76 do Brasil, 101 da Áustria, 97 da Espanha, 1 dos Estados Unidos, 1 de Ryu Kyu e 3 da Argentina. E para quem quiser iniciar sua coleção de selos João Paulo indica o site: http://www.correios.com.br/selos/selos_postais/colecao.cfm
Quem quiser entrar em contato com João Paulo ele informa seu e-mail: jprosalin@hotmail.com




Mais do que um simples hobby, quando abordamos este tema na Internet uma pesquisa interessante pode ser observada por ser rica em fatos históricos descrevendo a cultura de vários países onde vale a pena constatar.















Para saber um pouco mais sobre a coleção de selos e sua importância dentro da história e da cultura da humanidade:
Fonte de Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Filatelia

Filatelia é o estudo e o colecionismo de selos postais e materiais relacionados. A filatelia tem várias áreas de estudo, a saber: filatelia tradicional, história postal, pré-filatelia, marcofilia, inteiros postais, filatelia temática, aerofilatelia, astrofilatelia, maximafilia, filatelia juvenil, literatura filatélica, selos fiscais, classe aberta e um quadro.
O objetivo deste hobby é selecionar selos para compor uma coleção, que pode ser geral ou temática. Existem coleções que além dos selos possui informações sobre o tema, parâmetro utilizado por muitas pessoas nas coleções temáticas.
Enquanto entre as coleções gerais, pode-se dizer que se dividem em mundo e país. É freqüente encontrar coleções com apenas selos de um país, assim como de qualquer lugar do mundo. Quando não seguem nenhum critério este tipo de coleção é usual entre iniciantes.
Apesar de diferenças entre os vários tipos de coleções, além do que foi dito, um único ideal une os filatelistas de todo o mundo: a vontade de conhecer mais sobre um lugar, objeto, pessoa, país, etc. É o conhecimento que estimula os filatelistas a continuar com seu hobby apesar da diminuição das correspondências via Correios.

História




Olho de boi primeiro selo impresso no Brasil.
A filatelia, o mais popular de todos os passatempos, ainda está em alta mundialmente: conta com cerca de 30 milhões de adeptos e movimenta aproximadamente U$ 16 bilhões de doláres por ano. No Brasil, segundo país do mundo que emitiu selos, essa atividade é tida como uma das mais ricas do planeta, onde o famoso Olho-de-boi, precursor da filatelia brasileira, foi impresso em 1843.
A Inglaterra, terra que criou o selo no século XIX, em 1840, também se destaca com a Exposição Filatélica Mundial, evento que acontece a cada dez anos. (A última exposição foi no ano de 2000). Em 1856, o selo, também em Londres, surgiu pela primeira vez como passatempo e atividade comercial, com a abertura da casa filatélica Stanley Gibbons considerada a equivalente ao Índice Dow Jones, uma vez que ela realiza avaliações de preços de selos em nível mundial.



Selo Legenda "JORNAES".
A atividade não é apenas lúdica e continua cada vez mais valorizada: a quadra (quatro selos juntos) com a imagem do avião Jenny, o selo mais caro dos Estados Unidos, foi vendida há pouco por quase US$ 3 milhões. A popularidade do setor também anda de vento em popa, graças à internet: ao digitar-se a palavra filatelia no Google, pode-se contemplar mais de 2,6 milhões de páginas, fora a palavra philately, que rende 2,1 milhões de sítios adicionais. Se a busca for restrita ao Brasil, chega-se ao número também significativo de 205 mil. Somente o site da Stanley Gibbons conta mensalmente com 30 milhões de visitas.
Em Portugal, o primeiro selo comemorativo emitido em massa foi o Legenda "JORNAES" que foi impresso em 1879.


terça-feira, 9 de março de 2010

JC Jornal da Cidade.



Este ano a Prefeitura Municipal de Dourado lançou um jornal que traz uma curiosidade: além de ser um serviço de informação à cidadania procura relembrar fatos marcantes sobre a história da nossa querida cidade coração. Nesta segunda edição, JC “Um Jornal a Serviço da Cidadania” recupera crônicas de uma época que, para muitos douradenses, deixou saudades.

Bar do Bertucci” foi o ponto de encontro da sociedade douradense: Muitos douradenses ainda se recordam do bar do imigrante espanhol João Bertucci, nosso homenageado desta edição.


JC Jornal da Cidade – Dourado, março de 2010 – Ano 1 – Edição 2 – página 8.

Imigrante espanhol chegou no mesmo ano em que Dourado foi elevada à condição de município. Por aqui, constituiu família e fez história.

Juan Belzunce Losilha deixou o vilarejo onde nasceu, na província espanhola de Cuevas, quando tinha 12 anos. À época, a Europa era um continente pobre, que enfrentava diversas dificuldades com a escassez de alimentos, doenças e falta de oportunidades. Por isso os programas de colonização para outros continentes eram comuns. Foi num desses, que Juan chegou ao Brasil, justamente no ano em que as terras em que iria viver haviam sido elevadas à condição de município de Dourado, em 1897. Foram anos difíceis, de adaptação e de trabalho duro na colheita de café.

O tempo passou e já aos 18 anos, depois da Primeira Guerra Mundial, durante um recadastramento feito pelo Governo brasileiro, o jovem Juan adotou o nome João Bertucez. Casou-se com a jovem Conceição Araguez, também imigrante espanhola que veio para o Brasil. Tiveram cinco filhos, Maria Aparecida, Dorival, Waldir, Waldenice e Rui.

Com as economias, João comprou um veículo Ford e passou a ser um dos primeiros taxistas da cidade. Também atuou como motorista particular do médico Francisco Borja Cardoso. Foi quando ele decidiu comprar um bar, que batizou de Bar e Café do Centro e Snoker de João Bertucci – note que o sobrenome havia passado por uma alteração, durante novo recadastramento feito após a Segundo Guerra Mundial. Por 26 anos, ele fez do estabelecimento um ponto de encontro dos douradenses. Lá, líderes políticos e empresariais se reuniram para conversas e decisões sobre o futuro da cidade.

A atração do bar era a mesa de sinuca, que João Bertucci zelava com carinho. Sério, ele também cuidava para manter o local sempre limpo e ainda exigia que os freqüentadores do bar fossem bem atendidos. Quando se aposentou, junto com a esposa, João deixou o bar sob os cuidados do filho Waldir. Muitos douradenses que freqüentaram o bar de João Bertucci se recordam com nostalgia de uma época que marcou a história da cidade.



Década de 50


Década de 60




Na foto feita na década de 50, João Bertucci aparece com seus dois filhos, Maria Aparecida e Waldir (sentado). Dois detalhes curiosos na mesma foto da década de 50: no quadro acima da porta à direita, está Christiano Machado, que exercia um importante cargo no Governo brasileiro; o outro detalhe é a caixa de bebidas “Guaraná Bola Cola”, no canto esquerdo, acima do armário, que era fabricado em Dourado. Na foto feita na década de 60, douradenses jogam sinuca.

Jornalista Responsável: Silvia Guerra.
Contribuição: Edson Alves da Fonseca.




quinta-feira, 4 de março de 2010

Reforma da Rodoviária - Dourado



Foi exatamente no dia primeiro de dezembro de 2005, quando a Companhia Estrada de Ferro "A Douradense", completaria 105 anos de historia, que a Prefeitura de Dourado entregou aos moradores a revitalização do Terminal Rodoviário. Com a iniciativa, além de realizar a manutenção de um importante espaço público e resgatar uma parte da história do povo, a Prefeitura conseguiu transformar a Rodoviária em um ponto turístico, valorizando uma das primeiras construções da cidade. Por ali passava a ferrovia que ajudou a impulsionar o desenvolvimento de várias cidades da região. O toque final ficou por conta da pintura envelhecida de uma Maria Fumaça, imagem que foi inspirada em uma fotografia da época.





Lembranças da “Maria Fumaça”.

Nessa época (de 1891 a 1897) a agricultura já exercia papel determinante na vida econômica do recém-criado município. Entretanto, em 1900 era inaugurada a Companhia de Estrada de Ferro do Dourado (Douradense), com sede na cidade de Dourado. A ferrovia teve seu apogeu concomitantemente à cultura de café, que ocupava em 1920 uma área de 5.902 hectares, o equivalente a 27,7% do território total, cujo cultivo era feito por 60% das propriedades de Dourado.
De 1900 até 1930 Dourado viveu seu apogeu, chegando a possuir aproximadamente 18.000 habitantes, e exercia relativa influência nas cidades que integravam a sua microrregião.




Fotos e Dados: Prefeitura Municipal de Dourado
Vídeos Youtube.

Ver também: