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terça-feira, 24 de abril de 2012

As Paineiras em Dourado, SP.





Há várias espécies conhecidas como paineira no Brasil, quase todas pertencendo ao
gênero Ceiba (antes, Chorisia) da família Malvaceae (antes, Bombacaceae)

De todas, a mais conhecida é a paineira da espécie Ceiba speciosa (St.-Hill.) Ravenna, nativa das florestas brasileiras e da Bolívia, inicialmente descrita como Chorisia speciosa St. Hilaire 1828.

Outros nomes vulgares: sumaúma, barriguda, paina-de-seda, paineira-branca, paineira-rosa, árvore-de-paina, árvore-de-lã, paineira-fêmea.

Outras espécies conhecidas como paineira:
Ceiba glaziovii
Eriotheca gracilipes: paineira-do-cerrado
Spirotheca rivieri: paineira-amarela


A paineira é uma árvore com até vinte metros de altura, tronco cinzento-esverdeado com estrias fotossintéticas e fortes acúleos rombudos, muito afiados nos ramos mais jovens.
O tronco das paineiras tem boa capacidade de sintetizar clorofila (fazer fotossíntese) e tem coloração esverdeada até quando tem um bom porte; isto auxilia o crescimento mesmo quando a árvore está despida de folhas; é comum, também, paineiras apresentarem uma espécie de alargamento na base do caule, daí o apelido "barriguda".

As folhas são compostas palmadas e caem na época da floração. As flores são grandes, com cinco pétalas rosadas com pintas vermelhas e bordas brancas. Há uma variedade menos comum, com flores brancas.

Seus órgãos reprodutivos encontram-se unidos em um longo androginóforo.
Os frutos são cápsulas verdes, que, quando maduras, rebentam (deiscentes), expondo as sementes envoltas em fibras finas e brancas que auxiliam na flutuação e que são chamadas paina.
A partir dos vinte anos de idade, aproximadamente (sudeste brasileiro), os espinhos costumam começar a cair na parte baixa do caule e, gradualmente, também caem nas partes mais altas da árvore, com o engrossamento da casca. Diz-se, no Brasil, que isto permite à árvore receber ninhos de pássaros, o que seria impossível de acontecer quando esta tinha espinhos longos e pontiagudos; assim, flores e frutos já não estão presentes, mas a árvore continua a dar sua contribuição à natureza hospedando os passarinhos. Esta não é uma regra para todas as paineiras; algumas paineiras com mais de vinte metros, por exemplo, continuam com espinhos muito grandes na parte baixa, provavelmente como defesa de insetos do local.

 

 

Usos

A paina é uma fibra fina e sedosa, mas pouco resistente, não sendo muito aproveitada na confecção de tecidos, mas mais como preenchimento de travesseiros e brinquedos de pelúcia. Uma grande paineira pode deixar um tapete branco de paina caída aos seus pés no final da época de frutificação.
Especialmente por suas qualidades ornamentais — tronco imponente, normalmente bastante espinhosos quando a árvore é jovem, folhagem quase sempre decídua, de um verde muito brilhante, flores grandes e coloridas e frutos que expõem as painas como flocos de algodão em seus ramos —, as paineiras são cultivadas em meio urbano e em jardins, mesmo fora da sua área de ocorrência natural (como em Portugal).
Por terem crescimento rápido, são bastante populares na recuperação de áreas degradadas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Galeria de fotos de Paineiras em Dourado:













Foto Detalhe: Relógio Igreja Matriz ao fundo.




Veja também neste Blog:
















quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Vegetação em Dourado.


Dourado é o segundo município com mais mata nativa na região.
(JC – um jornal a serviço da cidadania) – página 3 – abril de 2010.

Um levantamento feito pelo Instituto Florestal, órgão ligado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente, constatou que Dourado é a segunda cidade da região com maior área de cobertura vegetal nativa. Segundo o inventário Florestal Paulista, estudo desenvolvido durante 15 meses, Dourado possui hoje 22,7% de vegetação nativa.

No topo do ranking regional está o município de Luiz Antonio, com 23,7% de área verde.

No Estado de São Paulo, a cobertura vegetal nativa passou a ocupar 17,3% de todo o território, ante os 13,9% registrados há 9 anos, quando o mesmo inventário foi realizado. À época, Dourado registrou 13,6% de área verde em seu território.

Para o Instituto Florestal, o bom resultado se deve, principalmente, ao fato do novo mapa de cobertura vegetal ter sido produzido com imagens de satélite de alta resolução, aumentando em quatro vezes a possibilidade de observação das florestas paulistas.

As imagens em melhor resolução – captadas por um satélite japonês – permitiram, inclusive, a descoberta de 184,5 mil novos fragmentos florestais, o que representa 445,7 mil hectares de novas pequenas matas que não eram possíveis ser vistas pelo outro satélite.

Segundo o diretor do Departamento de Agricultura e Meio Ambiente, Jorge Luiz Abranches, o resultado apontado pelo Instituto Florestal Paulista não é surpresa para Dourado. “O rigor na fiscalização feita por órgãos ambientais tem ajudado a regularizar áreas de preservação, o que teria contribuído para o aumento da vegetação nativa”, afirmou.

O diretor da Agricultura disse também que a área urbana da cidade representa apenas 3% de todo o território de Dourado.







Foto Rio Jacaré.

Rio que corta Dourado: além da vegetação nativa, cidade tem riqueza hidrográfica.












Veja também neste blog:

Túnel do Tempo Dourado Clube.


Rio Jacaré-Pepira (Dourado).


As Escolas de Dourado e o Meio Ambiente.


Fotos e Recordações da Escola Salles Jr.

 

História com o Salles Júnior (depoimento).


Causo do papagaio que foi preso.

 

Dourado e o Turismo.

 

Programa Tudo é Possível em Dourado.