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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Associação São Vicente de Paulo – Dourado, SP.




Uma história de Dourado.
Associação São Vicente de Paulo.

O início de um triplo atendimento.

1938 – D. Custódia Jacobucci Pallota, como um trabalho de Igreja, funda a Associação de Amparo à velhice, atendendo na própria residência do idoso quanto à alimentação, roupas, medicamentos e outros.

1955 – Há um encontro de ideais de D. Custódia com o Sr. José Buzzá.
O mesmo oferece para já procurar um local para acolher idosos necessitados.
José Buzzá acha uma grande ajuda: Senhor Sebastião Malheiro doa o terreno, seu filho Dr. Luiz Antonio Malheiro, como engenheiro faz a planta para o local e o Sr. Waldemar Simone de Dourado abre uma ajuda financeira continuada e começam as campanhas na comunidade: livro de ouro, jantares, sorteios e doações maiores.

1959 – Começa a terraplanagem do terreno.

1961 – Término da 1ª fase da Associação.
Sr. Antonio Gulla torna-se uma grande auxiliar do Sr. José Buzzá.

1963 – 12 de janeiro acontece a 1ª internação de um idoso: Brasilino Romão da Silva, conhecido como Lima. Acontece também o assentamento da 1ª pedra da Capela, inaugurada em 1967.

1964 – Várias internações são iniciadas.

1968 – Com uma verba doada pelo Sr. Waldemar Simone de Dourado, Sr. José Buzzá compra a chácara do Sr. Julio Pardo, para uso da Associação Assistencial do Menor.
Surge o SALMER – Sociedade Assistencial ao Menor de Dourado.

1970 – A Associação estende seu atendimento aos excepcionais, surge a APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Dourado.
O ideal foi realizado: atendimento a três seguimentos: Idoso – Menor Carente – Excepcional.

Primeiras Professoras SALMER e APAE:
Assunta Helena Balestero Martins Fazzio – Tilena.
Maria de Fátima Martins Sperança – Mariinha.
Maria José dos Santos Demetti – Mavé.

Um atendimento fundado e mantido apenas pela comunidade. Não houve auxílio público.
A ajuda voluntária alcançou o ápice da realização nesse atendimento triplo em nossa comunidade.

Texto de autoria da Sra. Lavise Buzzá Fantini.
Foi Diretora do Departamento de Assistência Social do Município de Dourado em 2011.
Veio a falecer em 27/05/2011 aos 81 anos de idade.

A Associação São Vicente de Paulo de Dourado com sede à Praça Dr. José Buzzá nº 765, Centro, atende atualmente 26 senhoras e senhores de idade e trabalha com 9 funcionários exclusivos da entidade com atendimentos inclusive aos sábados e domingos.
Os quartos estão divididos entre alas masculino e feminino.
Na ala feminina estão 6 quartos com 3 banheiros e 2 quartos com 1 banheiro.
Na ala masculina estão 8 quartos com 2 banheiros.
Horário de visitas: das 14 horas as 16 horas.

Nos últimos anos a entidade tem recebido a colaboração do comércio local e também concessões da Prefeitura Municipal que visam auxiliar a entidade com a sua manutenção.

Toda ajuda é sempre bem-vinda, para colaborar com a Associação, as pessoas podem entrar em contato com o Diretor Sr. Adilson Guimarães (Gastão) pelo Telefone: (16) 3345-1337 ou pelo e-mail: drgastao@terra.com.br

Fotos.





 


Lembranças da Festa a N.S.Aparecida de 1.974- Missa celebrada pelo Padre Antonio Chizzotti e após muita diversão com quermesse, bar, leilão, Tanaka & Cia e muitos fogos. (Acervo compartilhado: Casa Dos Papéis – Dourado).


Vejam também neste Blog:








sexta-feira, 27 de abril de 2012

APAE de Dourado, Inclusão Social e Digital.



O Acessa SP recebeu nesta quinta-feira (27/04) uma visita especial e com muita satisfação apresenta o trabalho realizado pelos funcionários, professores e Diretores da associação onde apresentam belíssimos projetos de inclusão social e educação ambiental aos nossos amigos excepcionais em Dourado.

Acompanhados pelas Professoras Márcia e Fátima apresentaram aos alunos fotos do Perfil do Facebook que criaram recentemente e todos puderam se divertir vendo-se nessas fotos.









Quero parabenizar e agradecer pela visita que me fizeram no Acessa SP e colaborar de uma certa forma em divulgar seus projetos pois tratam Temas Diversos como:

Educação Ambiental: A necessidade de usar produtos ecologicamente corretos evitando a poluição de rios, nascentes, na utilização de produtos reciclados.
A APAE de Dourado recolhe do comércio e aceita doações do papel reciclado, confeccionando sacolas que são vendidas ajudando nas despesas da instituição.





Projeto Culinária: Trabalho realizado e acompanhado pelos professores ensinando aos alunos receitas como o pão caseiro, farofa fria, arroz, entre outros.







Projeto Sabão de óleo reciclado: Ainda está em inicio de implantação, porém visa o aproveitamento do óleo de cozinha para fabricação de sabão que não agride o meio ambiente.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE - de Dourado foi fundada em 1976, por membros da sociedade civil douradense, com o intuito de proteger e desenvolver a capacidade de aprendizagem das pessoas portadores de necessidades especiais (físicas ou intelectuais), do município e da região.

Não tendo uma sede própria, a entidade funcionava nas dependências da Sociedade Assistencial ao Menor de Dourado – SALMER –, onde eram atendidos oito alunos com necessidades específicas.

No ano de 1977, a associação foi reconhecida como Utilidade Pública Municipal sob a Lei 186/77. Mas, somente em 17 de maio de 1981, graças ao empenho da diretoria e da comunidade douradense, foi inaugurado o prédio próprio da entidade, com sede à Rua 13 de Maio, nº. 29, Centro. A instituição, então, passou a chamar Escola de Educação Especial “Dr. José Buzzá”, em homenagem a seu idealizador, fundador e 1º presidente.
Nesta época, trinta e dois alunos freqüentavam a escola.

Fica aqui uma singela homenagem a todos que direta ou indiretamente colaboram no intuito de promover a Inclusão Social e Digital melhorando a qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais eliminando o preconceito e assegurando o pleno exercício da cidadania.


Fotos de passeios e eventos da APAE de Dourado:





























Veja também neste Blog:




















segunda-feira, 27 de junho de 2011

Festa Junina da APAE – Dourado – 2011.

A APAE de Dourado realizou no dia 22 de junho sua tradicional festa junina. E resgatou tudo o que uma festa junina tem de melhor: A quadrilha, os noivos, bandeirinhas o levantamento do mastro e também não podia deixar de faltar a banda do Sr. Enéas (Tanaka). Uma animação contagiante. Salgados e doces também não faltaram. Resultado de um trabalho feito com dedicação e amor pela Diretoria, funcionários e voluntários. As fotos falam mais do que palavras.
Parabéns a todos os dirigentes.





















































Ver também neste blog:










terça-feira, 31 de maio de 2011

Festa Junina com a APAE de Dourado.


Mais uma aula com nossos alunos da Escola de Educação Especial “Dr. José Buzzá”. Fico feliz por dividir com vocês nossas apresentações no Acessa SP de Dourado aos alunos e professores da APAE e perceber a importância que eles dão às aulas com dedicação e atenção aos temas. Nesta quarta-feira vamos fazer uma aula sobre a “Festa Junina” e abordar o seu significado assim como a origem da Fogueira de São João, A Quadrilha, o uso de Balões, o mastro de São João e ainda como esta festa é tão importante nos estados do nordeste e norte do país.


Festa Junina.
No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
As grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo, acarretam na "adequação e atualização" destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como "pé de serra" nos dias de comemoração junina.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.
Locais
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos do São João, são parte da tradição popular em geral. Nessas festas podemos encontrar imensas semelhanças tanto no Brasil como em Portugal, mas não só. Na África e na Ásia, Macau, Índia, Malásia, na Comunidade Cristang, os portugueses deixaram essa tradição dos santos populares bem marcada.
Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Cachoeira Cruz das Almas, Piritiba e Senhor do Bonfim na Bahia, na Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Recife em Pernambuco; Aracaju em Sergipe; Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre. Além disso, Juazeiro do Norte no Ceará e Mossoró no Rio Grande do Norte disputam o terceiro lugar de maior são joão do mundo.


Origem da fogueira

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil, e ele se mantém em ambos lados do Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidência.
Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.

O mastro de São João

O mastro de São João, conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o "mastro de maio", ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.
Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e a celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, "majstången", de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, "Midsommarafton". O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Em Lóriga a tradição do Cambeiro é celebrada em Janeiro.
Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.

 

 

A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A "quadrille" francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da "contredanse", popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A "contredanse" se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.
A "quadrille" veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).
Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subseqüentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses).
No entanto, hoje em dia, é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.
Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:
  • "Quadrilha Caipira" (São Paulo)
  • "Saruê", corruptela do termo francês "soirée", (Brasil Central)
  • "Baile Sifilítico" (Bahia)
  • "Mana-Chica" (Rio de Janeiro)
  • "Quadrilha" (Sergipe)
  • "Quadrilha Matuta"



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Fotos das Festas Juninas da APAE de Dourado de anos anteriores.


















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