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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Clube Esportivo Ferroviário Douradense.


O Clube Esportivo Ferroviário Douradense com sede social em Dourado, SP foi fundado em 22 de setembro do ano de 1930 pelo Presidente Honorário Waldérico C. Véras.

O time dos ferroviários contava com ótimos jogadores, tais como Pitanga, Balde, Melão e ficou famoso na região, principalmente por seus atacantes, destacando-se os dois pontas, NITO, pela direita, rápido como um corisco e com potente chute de pé direito, verdadeiro artilheiro e com Renato Bonetti, o GRILO, pela esquerda, este um driblador infernal.
Interessante àquela época, vale a pena destacar, a colaboração do comércio local que prestigiava os eventos dos jogos como patrocinadores.
Alguns exemplos como as seguintes empresas, Casa Pasquale de Irmãos Pasquale, Bazar Americano de Chead e Jorge Nemes, Casa Confiança de viúva Naim Nemes, Selaria e Colchoaria Speranza de Antônio Speranza, Bar do Penha de José Penha Ramos, Padaria Aurora de Antônio Parelli, Empório Paulista de José Bustani, Hotel Recreio de Francisco Pinhanelli, o hotel que hospedou a grande caravana de Ibitinga e CINE São Paulo.
Numa ocasião da inauguração da iluminação do campo de futebol, cujas torres eram feitas com trilhos, a equipe douradense venceu Bocaina, por três a zero, sendo que o primeiro gol foi feito por Nito, num chute rasteiro, fora da área, sendo que ninguém vibrou e somente tinham visto que a bola havia entrado, quando o goleiro foi buscá-la nos fundos da rede, pois estava muito escuro. A iluminação, ao que parece, não era muito boa, e posteriormente as torres foram vendidas para a Portuguesa Santista.

Fica aqui uma singela homenagem ao Clube que fez história e trouxe muita alegria nos finais de semana às famílias douradenses.

Foto tirada em Dourado, no dia 19 de novembro de l934. Agachado, na ponta direita está Nito Bueno, no centro de gorrinho, Pitanga e de pé, no lado direito , Dodinho, entre outros craques do passado.
Cores oficiais do uniforme: Branco e Preto.

Foto Abaixo.
Equipe Representativa do Ferroviária de Dourado.
Foto de 13 de Agosto de 1944.
Jogo com Bocaina.
Ferroviária de Dourado 1 X 1 Bocaina.

Da Esquerda à Direita.
Em pé: Sebastião, Gásper, Décio, Kisko, Dodinho, Pedrinho, Pitanga e Técnico Alemão.
Agachados: Mazinho, Diogo, Nole, Moreno, Léme, Carradine e Nere.

Colaborações: Nenê do Cartório e Casa dos Papéis.










quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dourado – anos 80.





Em Dourado começaram a surgir outros bairros, nessa época, formados principalmente por aqueles que deixaram a área rural. O Jardim Central, com destaque na foto acima, onde era a antiga chácara do Heliodoro. Sem falar no Jardim das Flores, muito bem cuidado, feito por douradenses saudosos da terra natal como; Pedreschi, Milharcix, Foschini.



O cinema acabou. Foi formada a "Latitude 22" do senhor Pedro Leite. Os fazendeiros insatisfeitos com a política do governo para a agricultura, desanimados com a falta de segurança acabaram arrendando suas terras para as usinas de cana.

Usineiros incentivados pelo pró álcool enriqueciam e davam empregos por grande parte da população rural. Migrantes de todas as regiões do Brasil vinham ao estado de São Paulo com a proposta de emprego e renda nas lavouras de cana. A cana tomou conta da terra, tomou lugar das culturas variadas.

Ironicamente existia uma propaganda na televisão dizendo; "e se não fosse a cana ?"

Dourado assim como outras cidades passaram pelo café, pelo algodão, certamente passará pela cana, que com certeza por aqui não foi tão doce.

Estatística do Município de Dourado (1982).
Localização: Centro Oeste 6ª Região Administrativa.
Distância da Capital: 278 – Rodovia.
População: 6,557 (censo 81).
Área: 205 Km².
Produção: Agro-Pecuária (cana de açúcar, café) hortigranjeiro, etc.
Número de Propriedades Rurais: 180.
Estabelecimentos: Comerciais 96,
Industriais 15,
Bancários 03.
Clubes de Serviços 2 (Rotary e Cenco)
Esporte e Recreação 5.
Estabelecimentos de Ensino 12:
EEPG “Senador Carlos José Botelho”,
EEPSG “Dr. Salles Júnior”.
Escola Municipal de Comércio e mais 9 Escolas Isoladas.
População Estudantil: 1533 alunos.
Altitude: 696m
Latitude: 22 07,00 S
Longitude: 48 18,00
Data de Emancipação Político – Administrativa 19/05/1897.
Administração: Lafayete Lozano.

Fotos: Compartilhadas por Marisa.

Dados de pesquisa com base nos artigos:



Wikipédia – A Enciclopédia Livre.






terça-feira, 6 de maio de 2014

A Maria Fumaça – Dourado, SP.





Foto Locomotiva Nº 1 - Praça dos Ferroviários.


Companhia Estrada de Ferro do Dourado.
O fim de um tempo que marcou a história e o progresso da cidade.

Os trens da Cia. Estrada de ferro do Dourado começaram suas atividades em 1900. Aos poucos suas linhas foram aumentadas e modificadas até o ano de 1920. A partir de então elas passaram a ser divididas em quatro trechos (tronco linha de Ibitinga, linha de Bariri, ramal de Itápolis e ramal de Jaú, além do ramal de Dourado).

Em 1932 perfaziam um total de 273 km. Em 1949 o controle passou a ser da Cia. Paulista da Estrada de Ferro, extinta em 1969 pelo governador Laudo Natel que desativou muitos trechos de ferrovias do estado de São Paulo.

Em todas as linhas havia trens mistos, de cargas e passageiros; seus horários eram cumpridos e observados pelas pessoas com muito rigor, uma precisão britânica. O trem não podia ou não devia atrasar; seu apito era referência de tempo e horário para muitos cidadãos.

A ferrovia trouxe muitas histórias de idas e vindas, de chegadas e despedidas, de encontros e desencontros, algumas tragédias e até fugas de grandes amores.

A economia da região dependia e circulava por esse meio de transporte, gerador de emprego e de progresso de cidades. Foi com descaso que as autoridades da época agiram e atuaram no processo de desativação dessas ferrovias. Um verdadeiro desinteresse para com a história e com a estrutura que durante anos foi o orgulho e o ganha pão de muitos funcionários respeitados pela comunidade.

Existia uma grande amizade entre eles e muito respeito e responsabilidade no ambiente de trabalho.
Infelizmente em 1969 tudo isso se acabou e hoje só ficou a história para ser contada, pois em nossa cidade até os prédios da Douradense foram destruídos pela insensibilidade de autoridades municipais que demoliram a antiga estação, o barracão da oficina e tudo que existia na área pertencente à Companhia.


Fotos do Antigo prédio da estação.

Hoje pouco restou desse patrimônio. E, para que essa época seja sempre lembrada, a Prefeitura quando reformou o Terminal Rodoviário de Dourado homenageou a ferrovia e seus funcionários, com um painel alusivo a eles e uma placa metálica com a foto da antiga Estação Férrea, lembrando que alí fora o berço da grandiosa Douradense.

Foto: a pintura envelhecida de uma Maria Fumaça, imagem que foi inspirada em uma fotografia da época.


A Locomotiva nº1, foi recuperada na Administração do Prefeito Dr. Edmur Buzzá (2012). Num primeiro momento foi exposta em frente ao Cirec e em 2013 na Administração do Prefeito Luis Antonio Roganti Júnior, nossa querida Maria Fumaça, foi transferida para a Praça dos Ferroviários.

Levantamento de dados conforme pesquisa feita nos sites:

JC – Jornal da Cidade, ano 1, Edição 2, março de 2010.

Fotos de alguns acidentes que marcaram a ferrovia por volta de 1949.



Vejam também neste blog:

















sexta-feira, 1 de março de 2013

Receitas do Interior.



Na arte culinária a principal estratégia é agradar o paladar. Nas cidades do interior existem receitas que fazem sucesso, e muitas trazem um requinte especial que vão desde o pastel da vovó até o macarrão da “mama”. Além de valorizar e divulgar a cultura de uma região aquecem um importante setor da economia brasileira: o turismo.
A mistura de culturas de europeus, indígenas e africanos faz da culinária brasileira uma das mais apreciadas e rica em sabores variados. E por ser extenso o território brasileiro cada região traz um prato típico:

Centro – Oeste.
A carne seca com arroz é um prato bem conhecido do Mato Grosso assim como o Pacu assado com farofa de couve, o arroz com pequi, a carne seca com banana-da-terra verde, farofa de banana-da-terra madura além do tradicional churrasco pantaneiro que se desenvolveu pelas longas comitivas de gado no pantanal.

Arroz com pequi.


Norte.
Quem nunca ouviu falar do pato no tucupi?
um prato brasileiro típico da culinária Amazônica. É elaborado com tucupi, líquido de cor amarela extraído da raiz da mandioca brava, e com jambu, erva típica da região norte. Pode ser acompanhado por arroz branco ou farinha-d'água de mandioca.
O tucupi e o jambu também estão presentes em outra iguaria amazônica à base de camarão chamada tacacá.

Pato no tucupi.


Nordeste.
Pratos característicos da Região Nordeste incluem a tapioca, o vatapá, a moqueca (ambos com frutos do mar e azeite-de-dendê), o baião de dois (feito de arroz e feijão, com diversas variedades, geralmente incluindo também carne seca, queijo coalho, manteiga da terra ou nata), o acarajé (um bolinho de feijões brancos e cebola fritado no azeite de dendê recheado com camarões, pimenta vermelha, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional como patrimônio imaterial em 2004), o mugunzá (feito de feijão e milho, sendo doce em algumas áreas e, em outras, salgado, com linguiça), caruru (quiabo e castanhas de caju, camarões, pimenta e alho), iguaria de origem indígena adaptado pelos escravos nos engenhos e servido aos orixás e o sarapatel. Os pratos tem forte influência africana. Entre outros.

Baião de dois.

Sudeste.
A cozinha mineira traz pratos que incluem milho, carne de porco, queijo minas, o pão de queijo, o feijão tropeiro, angu, o tutu à mineira, elaborado a partir uma pasta de feijão cozido misturado com a farinha de mandioca, guarnecido com ovos cozidos ou fritos, e linguiça frita. Além das quitandas, que são biscoitos a base de polvilho, sequilhos, roscas, o famoso pão-de-queijo, e doces à base de laranja-da-terra, abóbora e mamão. Típico de Minas Gerais é a utilização das panelas feitas de pedra-sabão.

Feijão tropeiro.



O estado de São Paulo e principalmente a cidade de São Paulo é a capital gastronômica de projeção internacional, pois lá existem pratos de diversas regiões do mundo. Os pratos tem principalmente forte influência libanesa, síria, italiana e japonesa. Os pratos mais conhecidos são:
Virado à Paulista - é um prato típico da comida caipira, preparado com feijão cozido e refogado com gordura, sal, cebola, alho, acrescentando-se depois farinha de mandioca até absorver todo o caldo. É acompanhado de lingüiça, ovos fritos, couve, torresmo e costela de porco.


Moqueca Capixaba – É um prato típico do Espírito Santo. Traz um cozido de peixe e frutos do mar com diferentes temperos. Tradicional item da culinária capixaba, apresentando variações na culinária bahiana e paraense. A moqueca atual não é assada, e sim refogada.
No Rio de Janeiro, uma das comidas típicas é a feijoada, preparada com vários tipos de carnes suínas e bovinas, salgadas e embutidos e o feijão preto. Há também o tradicional filé com fritas, um prato a base de batatas-fritas e grandes bifes de filé bovino grelhados, como o Filé à Osvaldo Aranha, acompanhado de farofa, arroz branco e alho frito. Na cidade do Rio de Janeiro e em outras cidades do estado, se encontram variados tipos de restaurantes, com cardápios nacionais e de influência internacional. No Rio de Janeiro se consomem peixes cozidos acompanhados de pirão, conhecido como Peixada à Brasileira, ou ensopado como a Sopa à Leão Veloso, peixes na brasa ou fritos, muito consumidos nas áreas de banhos de mar, e também frango ou galeto assado na brasa. Os pratos cariocas tem a forte influência africana, indígena e portuguesa. Popularmente é muito consumido o refresco a base de chá mate, servido gelado.

Moqueca capixaba



Feijoada

Sul.
Torna-se impossível citar a culinária gaúcha sem nos referirmos ao seu tradicional churrasco, ou seja, carne bovina ou ovina, dispostas em espetos, temperadas basicamente com sal grosso e grelhadas em churrasqueiras, a base de carvão ou lenha.


A comida tradicional do estado do Paraná é o barreado, carne cozida com legumes em panelas de barro, por vezes colocadas debaixo da terra para cozinharem sob o calor de lenha ou carvão, e comida com farinha de mandioca. O pinheiro de araucária produz o pinhão, alimento muito presente na cozinha paranaense. É consumido de várias formas: cozido, assado, e pode ser saboreado com sal, açúcar, mel ou melado. No estado são comuns festas tradicionais que envolvem um preparo específico da comida, como o Boi no Rolete, Carneiro no Buraco e o Leitão Maturado.

Barreado.
Os pratos são sempre carregados de muita carne bovina e de vinhos, por conta da grande imigração italiana, que tem forte influência nos pratos. O sul foi habitado por muitos povos, por ser uma região com um clima mais próximo de certos países. Entre esses imigrantes estão os uruguaios, argentinos, açorianos, espanhóis, alemães, italianos, poloneses, ucranianos, que trouxeram suas comidas e adicionaram uma diversidade a gastronomia local.

O interior de Santa Catarina, pela forte influência alemã, e no litoral a presença portuguesa, onde é grande a utilização de peixes marinhos, camarões, e ostras.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Bebidas.
Segundo uma pesquisa recente (19/02/2013) as cinco bebidas alcoólicas mais consumidas no Brasil são a Cerveja, a Cachaça, o Vinho, a Vodka e o Vinho Branco (Fonte: www.sitedecuriosidades.com)
E em dados gerais o café é a segunda bebida mais consumida no país, perdendo apenas para a água segundo o site meridiano (www.meridiano.com.br) de 23/05/2012.

Festival da Cerveja.



A Oktoberfest é um festival de cerveja e uma feira de produtos e diversões celebrada originalmente em Munique (München), no estado da Baviera (Bayern), no sul da Alemanha, e disseminada por vários lugares do mundo. Em Munique, a Oktoberfest se inicia em meados de setembro e termina duas semanas mais tarde, no primeiro domingo de outubro - daí o nome Oktoberfest (Em alemão, "Oktober" significa outubro, e "Fest", festa ou festival). No Brasil o festival começou a ser realizado em 1976 em Itapiranga/SC, e hoje é realizado em Blumenau/SC, Santa Cruz do Sul/RS, Igrejinha/RS, Marechal Cândido Rondon/PR, Ponta Grossa/PR,, São Jorge d'Oeste/PR entre outras cidades.

Curiosidades: A Oktoberfest de Blumenau/SC atrai turistas do Brasil e do exterior, especialmente da Alemanha, mas também de países vizinhos da América do Sul e da América do Norte, sendo considerada a segunda maior festa alemã do mundo - atrás apenas da Oktoberfest original, em Munique. Segundo o site oficial do evento, em 2009 a Oktoberfest de Blumenau, atraiu 731.934 visitantes que consumiram pouco mais de 450 mil litros de chope e 19.821 garrafas de cervejas importadas.
Atualmente é considerada a maior festa Alemã das Américas e em 2012 aconteceu nos dias 10 e 28 de outubro.



Festa da Uva.

A Festa da Uva, ou Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul, é uma festa brasileira da cultura italiana e da produção agro-industrial regional que acontece a cada dois anos no município de Caxias do Sul, estado do Rio Grande do Sul. A última edição, de 2012, foi realizada entre os dias 16 de fevereiro e 4 de março.

Em Vinhedo, SP, também foi realizada este ano a 52ª Festa da Uva e 4ª Festa do Vinho de 2 a 17 de fevereiro de 2013.


A Gastronomia além de ser um hábito alimentar também satisfaz as necessidades básicas do ser humano. Pode ser considerada como uma aliada ao Turismo, onde tem se tornado uma fonte de conhecimento cultural nas cidades do interior de cada estado. Essas cidades a utilizam como uma ferramenta ao anseio de manter uma identidade cultural por meio dos costumes gastronômicos que são bem variados de uma região pra outra.

Em princípio o turista vai à um restaurante com o objetivo de saciar sua fome, nesse momento ele tem a oportunidade de saborear um alimento típico e conhecer um pouco mais a respeito da cultura dessa região.

Qual a receita que mais faz sucesso em sua cidade?



Vejam também neste blog:


















sexta-feira, 27 de abril de 2012

APAE de Dourado, Inclusão Social e Digital.



O Acessa SP recebeu nesta quinta-feira (27/04) uma visita especial e com muita satisfação apresenta o trabalho realizado pelos funcionários, professores e Diretores da associação onde apresentam belíssimos projetos de inclusão social e educação ambiental aos nossos amigos excepcionais em Dourado.

Acompanhados pelas Professoras Márcia e Fátima apresentaram aos alunos fotos do Perfil do Facebook que criaram recentemente e todos puderam se divertir vendo-se nessas fotos.









Quero parabenizar e agradecer pela visita que me fizeram no Acessa SP e colaborar de uma certa forma em divulgar seus projetos pois tratam Temas Diversos como:

Educação Ambiental: A necessidade de usar produtos ecologicamente corretos evitando a poluição de rios, nascentes, na utilização de produtos reciclados.
A APAE de Dourado recolhe do comércio e aceita doações do papel reciclado, confeccionando sacolas que são vendidas ajudando nas despesas da instituição.





Projeto Culinária: Trabalho realizado e acompanhado pelos professores ensinando aos alunos receitas como o pão caseiro, farofa fria, arroz, entre outros.







Projeto Sabão de óleo reciclado: Ainda está em inicio de implantação, porém visa o aproveitamento do óleo de cozinha para fabricação de sabão que não agride o meio ambiente.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE - de Dourado foi fundada em 1976, por membros da sociedade civil douradense, com o intuito de proteger e desenvolver a capacidade de aprendizagem das pessoas portadores de necessidades especiais (físicas ou intelectuais), do município e da região.

Não tendo uma sede própria, a entidade funcionava nas dependências da Sociedade Assistencial ao Menor de Dourado – SALMER –, onde eram atendidos oito alunos com necessidades específicas.

No ano de 1977, a associação foi reconhecida como Utilidade Pública Municipal sob a Lei 186/77. Mas, somente em 17 de maio de 1981, graças ao empenho da diretoria e da comunidade douradense, foi inaugurado o prédio próprio da entidade, com sede à Rua 13 de Maio, nº. 29, Centro. A instituição, então, passou a chamar Escola de Educação Especial “Dr. José Buzzá”, em homenagem a seu idealizador, fundador e 1º presidente.
Nesta época, trinta e dois alunos freqüentavam a escola.

Fica aqui uma singela homenagem a todos que direta ou indiretamente colaboram no intuito de promover a Inclusão Social e Digital melhorando a qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais eliminando o preconceito e assegurando o pleno exercício da cidadania.


Fotos de passeios e eventos da APAE de Dourado:





























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